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How genius taste wine

A coisa mais interessante na Conferência de Wine Bloggers é conhecer pessoas. É essa a razão que me leva a participar neste encontro nos EUA, e que este ano se realizou na cidade de Portland, estado de Oregon, na costa oeste. Foi uma longa viagem, com oito horas de diferença de fuso horário, e que no meu caso significa vários dias para ajustar os sonos.

Este ano a conferência contou com mais de 370 participantes, na sua grande maioria americanos. Eram muitas as caras novas, mas havia outros que já são veteranos. E apesar de serem as pessoas que me levam a participar neste evento, não é delas que vou falar aqui hoje. Prefiro focar-me numa das sessões, que apresentou um tema para o qual nunca me tinha debruçado: a neurociência da prova de vinhos. O que é isso? Neurociência, diz o dicionário, é a “Ciência ou conjunto que estuda o sistema nervoso”. Creio que podemos concluir que a neurociência da prova de vinhos é o estudo do comportamento do nosso sistema nervoso numa prova de vinhos. Tim Gaiser apresentou um estudo absorvente sobre a neurociência da prova de vinhos, que se apresenta acima. Analisando a apresentação, especialmente depois da página 40, que é quando as conclusões começam a aparecer, podemos perceber melhor como é que o cérebro reage aos diferentes impulsos da prova. É uma longa apresentação que vale a pena analisar. Por exemplo, pegue num copo de vinho; leve-o ao nariz e pense nos aromas que encontra no vinho; escreva-os; enquanto está a pensar nestes aromas, não importa se são frutos, especiarias ou outra coisa qualquer, o seu cérebro está a construir imagens para cada uma delas. Agora pense naquele que sente com mais intensidade (vamos chamar-lhe morango); rode os olhos o máximo para cima e imagine o morango, aumente-o muito de tamanho, tão grande quanto possível. Mantenha o copo perto do nariz; não é mais intenso o aroma a morango?

Talvez tenha encontrado aqui uma maneira fácil de convencer os seus amigos a encontrar os mesmos aromas que sente durante uma prova de vinhos. Mas, como o Doug Frost refere, “Alterar qualquer aspecto estrutural das imagens, sejam elas frutos ou palavras, torna a experiência artificial e irreal”. E, acrescento o meu humilde comentário, quanto maior for o morango, mais pequeno vai parecer tudo o resto, e menos complexo parecerá o vinho.

Deixe os seus comentários depois de fazer esta experiência. Esta pode fazer em casa, em segurança.

Oscar

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